Conheça e saiba os riscos do priapismo ou ereção prolongada

O Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes é médico especialista em urologia há mais de duas décadas e atua na cidade do Rio de Janeiro. Formado em Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, também é mestre e doutor pela Universidade Federal de São Paulo, conhecida por sua sigla UNIFESP. Deste modo, imbuído de arcabouço científico sobre o assunto, o médico especialista em urologia fala sobre um distúrbio caracterizado pela ereção prolongada, o priapismo.

O nome da patologia, priapismo, vem do deus grego Príapo, conhecido como o deus da fertilidade. A alcunha deriva-se deste modo, pois os homens que possuem esse distúrbio apresentam uma ereção prolongada, mesmo sem a presença de desejo ou estímulo sexual. Vale ressaltar que as mulheres também sofrem com essa ereção contínua, pois o clítoris torna-se extremamente sensível.

Esse distúrbio configura-se em uma urgência médica, salienta o Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes, pois essa condição pode propiciar dores e lesões no pênis, uma vez que constantemente enrijecido, apresenta excesso de sangue, por esse motivo, é recomendável ir o quanto antes ao hospital. Além disso, o caráter urgente se faz necessário para que não haja sequelas e complicações, como impotência sexual.

O principal sintoma é, obviamente, a ereção prolongada, caracterizada por horas a fio, o pênis enrijecido, exceto a glande, e a presença de uma dor latente e intensa. Há dois tipos: o priapismo isquêmico e o não-isquêmico. O primeiro apresenta dor intensa, ao contrário do segundo e ambos possuem motivações diferentes.

O priapismo isquêmico possui relação com a diminuição do retorno venoso, já o não-isquêmico possui relação com a elevação do fluxo arterial, apresentando um retorno venoso normal. Dessa maneira, o Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes ressalta que é importantíssimo a consulta com um especialista em urologia para sanar as dúvidas e problemas relacionados ao distúrbio,

O tratamento é direcionado pelo médico especialista em urologia e pode ser feito através de fármacos, compressas, e até a remoção do sangue, também podem ser manipuladas injeções que visem estreitar as veias pode onde passa o sangue para que a quantidade de sangue no pênis seja menor. Além disso, em casos mais graves há a realização de procedimentos cirúrgicos.

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